Hoje, categoria oficializa aos patrões que decidiu paralisar atividades a partir da quinta-feira
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| FOTOS: TUNO VIEIRA |
LÊDA GONÇALVES Diário do Nordeste
Começou a contagem regressiva de três dias para uma nova greve de motoristas e trocadores de ônibus em Fortaleza. Será a segunda paralisação em menos de dois meses sem que o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará (Sintro) e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado (Sindiônibus) cheguem a um acordo sobre a reajuste salarial desse ano. Os empregados querem 15% já os empresários de ônibus só oferecem 5,5%. No meio, o usuário do sistema do transporte público. À margem, a Prefeitura de Fortaleza que prefere não mediar.
A semana promete ser muita intensa para todos os lados. Ontem, muita gente aproveitou o domingo de sol e da tarifa social e encheu os terminais de ônibus com destino às praias e parques da cidade. A maioria se diz indignada e preocupada com o impasse; o anúncio da nova paralisação e, principalmente, o que pode resultar disso: confusão, quebra-quebra e possível reajuste das passagens.
Enquanto o impasse não é resolvido, Sintro e Sindiônibus trocam acusações e críticas à Prefeitura. Valdir Pereira, da direção da entidade representativa dos motoristas e trocadores, confirma que documento oficializando a paralisação a partir de quinta-feira será entregue hoje ao Sindiônibus e Etufor. Além disso, o Sintro prepara ações nas garagens e terminais.
Sobre a nota de esclarecimento da Prefeitura, o Sintro se defende e faz severas críticas, ao destacar que erra ao querer se manter afastada e não mediar a questão. Esse é o único ponto comum entre o Sintro e o Sindiônibus. Em relação à estratégia de mobilização do Sintro, a entidade se diz preparada.
A semana promete ser muita intensa para todos os lados. Ontem, muita gente aproveitou o domingo de sol e da tarifa social e encheu os terminais de ônibus com destino às praias e parques da cidade. A maioria se diz indignada e preocupada com o impasse; o anúncio da nova paralisação e, principalmente, o que pode resultar disso: confusão, quebra-quebra e possível reajuste das passagens.
Enquanto o impasse não é resolvido, Sintro e Sindiônibus trocam acusações e críticas à Prefeitura. Valdir Pereira, da direção da entidade representativa dos motoristas e trocadores, confirma que documento oficializando a paralisação a partir de quinta-feira será entregue hoje ao Sindiônibus e Etufor. Além disso, o Sintro prepara ações nas garagens e terminais.
Sobre a nota de esclarecimento da Prefeitura, o Sintro se defende e faz severas críticas, ao destacar que erra ao querer se manter afastada e não mediar a questão. Esse é o único ponto comum entre o Sintro e o Sindiônibus. Em relação à estratégia de mobilização do Sintro, a entidade se diz preparada.

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