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| (Foto: Stephane Mahe/Reuters) |
De acordo com o ministro do Interior, “com o desbloqueio já é possível fazer a distribuição de milhões de litros e frear a escassez de combustível”.
A greve das 12 refinarias da França e o bloqueio de cerca de 20 dos 210 depósitos de combustível afetaram 4.000 dos 12.500 postos de gasolina do país, segundo estimativa do ministro da Energia, Jean Louis Borloo.
Hortefeux considerou “inaceitáveis” e “irresponsáveis” as ações dos manifestantes nas entradas dos complexos de abastecimento de combustível. Ele disse ainda que 1.423 pessoas foram detidas em uma semana no país.
Ao mesmo tempo em que o ministro do Interior anunciava o desbloqueio de três importantes refinarias, a Confederação Geral do Trabalho (CGT) informava o fechamento dos acessos ao depósito de combustíveis de Port de Bouc, nos arredores de Marselha, que abastece Nice, Marselha e Lyon, além de algumas bases aéreas.
Os protestos contra a reforma previdenciária continuam crescendo. Na madrugada desta quarta, grevistas bloquearam o tráfico no túnel de Saint Charles, junto à Estação Saint Charles.
Centenas de pessoas também bloquearam os acessos aos aeroportos de Toulouse e Nantes. O Aeroporto de Orly não está fechado, porém, registra atrasos em 30 voos.
Os trens circulam em intervalos maiores e a SNFC, embora informasse que 30% de seus funcionários não estão trabalhando, planeja operar com dois terços da frota.
Do G1, com agências internacionais

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