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| (foto divulgação) |
Era hora do recreio e os professores estavam reunidos com a coordenação. "Uma funcionária chegou correndo, assustada, relatando o que havia ocorrido. Fui o primeiro professor a chegar à sala de aula. A cena era triste, a menina se esvaindo em sangue e o colega estático, sem saber o que fazer. Havia mais uns seis jovens na sala, que testemunharam a cena. Houve um princípio de tumulto e os colegas quiseram agredir o rapaz que disparou. Isolei-o na sala de aula até a chegada da Polícia", contou o professor Franzé Maia.
Naquele momento, a viatura RD 1009 - composta pelos soldados Gilfarles, Ferreira e Sampaio - do Batalhão de Polícia Comunitária (Ronda), tinha acabado de receber o aviso de acionamento para o local. "Quando chegamos, a menina já estava sendo socorrida pela própria direção da escola para o hospital Frotinha da Parangaba. O garoto estava apreendido, isolado, e a arma havia sido jogada por ele em uma lixeira", disse Gilfarles.
Fonte: Diário do Nordeste

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