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| (foto divulgação) |
"O Evangelho não é um mito, mas o testemunho vivo de um evento histórico que mudou o rosto da história. A nova evangelização deve fazer conhecer, antes de tudo, a pessoa histórica de Jesus, e o seu ensinamento como foi fielmente transmitido pelas comunidades primitivas e que encontra nos Evangelhos e nos escritos do Novo Testamento a sua codificação normativa", afirma.
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.: Nova evangelização: não fórmula abstrata, mas forte pensamento
.: Trechos da Carta Apostólica Ubicumque et semper
O documento através do qual Bento XVI instituiu oficialmente o Pontifício Conselho para a Nova Evangelização - a Carta Apostólica Ubicumque et semper - foi divulgado na última terça-feira, 12, durante coletiva na Sala de Imprensa da Santa Sé. A missão principal é a de promover uma renovada evangelização nos países onde já ressoou o primeiro anúncio da fé e buscar meios adequados para propor novamente a perene verdade do Evangelho.
"Vivemos um tempo de grandes desafios, que incidem especialmente nos comportamentos de gerações inteiras, devido ao fato da conclusão de uma época com o ingresso em uma nova fase para a história da humanidade", indica o prelado italiano.
Nesse contexto, "a falta de consciência dos conteúdos básicos da fé leva, inevitavelmente, a assumir comportamentos e formas de juízo moral muitas vezes em contraste com a essência mesma da fé, assim como foi sempre anunciada e vivida ao longo dos vinte séculos da nossa história", complementa.
Um dos motivos que levou o Papa a criar o novo dicastério vaticano foi o desejo de oferecer uma espécie de antídoto à tendência contemporânea de viver como se Deus não existisse.
"A Igreja, portanto, é chamada a revigorar a si mesma naquilo que tem de mais essencial, que é o anúncio missionário".
Fonte: Canção Nova

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