Com a derrota, a terceira consecutiva, os corintianos, que contam com o melhor ataque da competição, com 52 gols, permaneceram na terceira colocação da tabela, com 49 pontos, cinco atrás do líder Cruzeiro. Já o time de São Januário foi a 41, na zona intermediária da classificação.
Sem Adilson Batista, o técnico interino Fábio Carilli manteve a tradicional formação corintiana: 4-2-3-1. Assim, à frente dos volantes Paulinho e Jucilei, Iarley ficava pela direita, Danilo pela esquerda e Elias pelo meio. Souza era o centroavante. Mesmo assim, equipe paulista não se encontrou no primeiro tempo.
No entanto, diferentemente da época do ex-treinador, que colocava sempre um zagueiro na sobra, a defesa do Corinthians apostou em jogar em linha. E isso foi crucial para o time levar os gols dos cariocas.
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| Rafael Andrade/Folhapress |
Assim, aos 8min, Zé Roberto recebeu a bola nas costas do lateral Roberto Carlos e, na saída de Julio Cesar, chutou forte, mas por cima do gol.
O susto não serviu de alerta aos corintianos, que levaram o gol no minuto seguinte. Desta vez, o camisa 10 vascaíno não errou ao aproveitar cruzamento da esquerda e, na frente do arqueiro alvinegro, chutou de primeira para abrir o placar em São Januário.
Apático e sem inspiração, o Corinthians não apresentava a mesma velocidade de outros jogos. Com Danilo, a equipe era muito lenta na transição da bola da defesa para o ataque.
Apesar disso, foi o meia que criou a melhor chance para os paulistas empatarem o jogo. Aos 18min, o camisa 11 fez belo cruzamento e Iarley, sozinho na pequena área, chutou a bola à direita do gol vascaíno.
Depois do desperdício, a punição. Aos 21min, Éder Luis recebeu passe nas costas do lateral direito Alessandro, invadiu a grande área sozinho e, na saída de Julio Cesar, tocou no canto do goleiro adversário para fazer o segundo do time carioca.
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| Rafael Andrade/Folhapress |
Mesmo com o apagado Elias, que voltava da seleção brasileira, o time alvinegro paulista começou o segundo tempo sem substituições. E, assim, os corintianos continuaram levando sufoco dos donos da casa na etapa final. Com o meia Felipe, que não era incomodado por Paulinho, comandando as ações vascaínas, a equipe carioca trocava passes com facilidade e rondava o gol de Julio Cesar sempre que tentava alguma jogada mais incisiva.
O técnico interino do Corinthians ainda tentou reagir com as entradas de Defederico e William Morais, nos lugares de Souza e Elias, respectivamente. Mas, sem sucesso. Com isso, os paulistas continuaram sem armar uma sequência de passe e, consequentemente, pouco assustaram o goleiro Fernando Prass até o final da segunda etapa.
Fonte: Folha de São Paulo


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