sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Edifício Sul América não corre risco de desabamento, diz Defesa Civil

(Foto: Internet)
Edifício Sul América, localizado próximo à Praça do Ferreira, no Centro, funcionanormalmente na manhã desta sexta-feira, 21, e não há risco iminente de desabamento, conforme a Defesa Civil do município. Uma ocorrência no 4° andar do
prédio, quando cerâmicas de um banheiro feminino caíram, deixou funcionários apreensivos na tarde da última quinta-feira, 20. Assustadas, as pessoas evacuaram o prédio.
A suspeita de populares é de que uma reforma realizada no 6° andar, embargada desde junho, estaria comprometendo a estrutura do prédio. Um funcionário do local afirma que a obra continuava a acontecer durante a madrugada, derrubando paredes internas do andar. O edifício Sul América foi inaugurado em janeiro de 1953.
Em visita técnica realizada por volta das 9 horas desta sexta-feira, 21, a Defesa Civil interditou parcialmente algumas salas, mas o local foi liberado. “O que aconteceu no 4° andar foi que a cerâmica do banheiro soltou, mas não tem relação nenhuma com a obra. A reforma está parada há mais de dois meses por falta de alvará. Notificamos a empresa responsável pela obra para retirar os entulhos e evitar riscos na estrutura”, explicou o coordenador especial de proteção e Defesa Civil do Município, Cristiano Férrer.
De acordo com a Secretaria de Regional Centro, a obra estava irregular e não tinha autorização da Secretaria do Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma). A assessoria da pasta explicou ao O POVO Online que houve demolição de paredes durante a reforma, e dois fiscais devem ir ao prédio, novamente, na noite desta sexta-feira, 21.
Uma pessoa que trabalha no prédio, que preferiu não se identificar, disse que os funcionários ficaram em pânico na tarde de quinta-feira, 20. “Ligamos pra Prefeitura e disseram que era com a Defesa Civil, que disse para chamar o Corpo de Bombeiros. Só deu certa a visita porque uma das funcionárias do 4° andar tinha um familiar na prefeitura”, critica.
A fonte disse ainda, que apesar da obras estar embargada – também após denúncias de funcionários – , a reforma continuava durante a madrugada. “Os trabalhadores continuavam a obra até de manhã e desciam os entulhos bem cedo. A gente tem medo, no 6° andar tinha paredes todas derrubadas”, avalia.
Fonte: O Povo

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